A desertificação do nosso Barroso não pode ser uma fatalidade; mas para isso temos que erguer as nossas forças e influenciar quem tem poder de decisão na "polis", como quem diz: votar só naqueles que continuem a merecer o nosso voto em cada eleição que se faça. Mesmo no Algarve, em Lisboa ou em Londres, a nossa voz terá sempre que se ouvir... Mãos à obra!
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